A TRÁGICA MORTE DO FUTEBOL
por Adriana Silva Amorim*
Não me parece coincidência que em meio aos estudos sobre o 'trágico' e no exercício de definir o futebol como a 'experiência trágica' do espectador brasileiro, eu me depare com a leitura de Nietzsche sobre o nascimento (e morte) da tragédia clássica justamente no momento em que o Esporte Clube Bahia dá seus últimos sinais de vida.
Já são quase duas décadas de decadência vertiginosa.