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sábado, 12 de outubro de 2013

Con otros nombres y la misma eficacia


Era la noche del reencuentro, con tranquilidades encima, sin histerias, con certezas, sin urgencias. Volvía la Selección a jugar ante su gente, en el Monumental, ahora ante Perú, en la última parada de local en estas Eliminatorias rumbo a Brasil 2014. Y lo hacía el equipo de Alejandro Sabella con la clasificación asegurada. Y con ciertos retoques en la formación. No en el sistema, claro. Porque el técnico decidió mantener el 4-3-3 para recibir a un rival diezmado por las lesiones y sin grandes motivaciones a la vista, alejado de la chance de ir al Mundial y con el nombre de Ricardo Gareca asomando en el nuevo proyecto para iniciar en enero el ciclo posterior al de Sergio Markarian. Pero sí lo hacía el seleccionado, en cambio, con otros nombres por esas cuatro ausencias notorias. Banega, Biglia, Lavezzi y Palacio por Gago, Mascherano, Messi e Higuaín. Con el regreso de la defensa titular, esa que no pudo exhibir Argentina en la fecha anterior, en su visita a Paraguay, cuando atrapó el boleto a la Copa del Mundo con un lapidario 5-2.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

10 teorias da conspiração das Copas


Entre tantas (des)notícias que abordam o futebol brasileiro nesta segunda (juro que quase postei uma nota sobre uma matéria intitulada “Se Brasileiro fosse um 'Rio-SP', São Paulo seria líder” só para reportar minha indignação na sequência), o portal Terra compilou uma série de polêmicas que circundaram a trajetória de alguns dos selecionados nacionais de maior tradição no esporte em diferentes certames mundiais. Para além do caráter pitoresco do infográfico, que alimenta tanto a memória quanto a paixão dos torcedores, é interessante notarmos a perenidade destas narrativas conspiratórias na construção dos discursos sobre o desempenho das equipes nos referidos campeonatos. Apesar da apregoada imprevisibilidade inerente ao jogo da bola, há sempre uma escusa para uma eliminação precoce ou um resultado inesperado. 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Após protestos, Fifa faz plano para mostrar Brasil pacífico no exterior

Protesto contra a Copa-2014 próximo ao Castelão, antes do jogo Itália e Espanha
Para evitar o esvaziamento da Copa-2014 de turistas estrangeiros, a Fifa prepara um plano para minimizar a imagem de que o Brasil é violento, gerada por conta dos protestos nas ruas durante a Copa das Confederações. Ainda não fechado, o planejamento incluirá o uso de televisões que têm direitos de transmissão da competição, monitoramento e conversas constantes com veículos de fora do país.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Crônica da Semana




Copa, Política e Futebol: É o que temos para hoje

pelo Professor Jackson Fernando Mosko
No estado do Paraná, mas especificamente em sua capital, assim como em outras tantas cidades do Brasil, estamos em reta final de campanha eleitoral para eleições municipais, faltando pouco mais de um ano para a Copa do Mundo no Brasil, e estes assuntos como já eram de se esperar predominam nos principais jornais da cidade.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Crônica da Semana


FUTEBOL EM PAUTA: COMPETIÇÕES ESPORTIVAS E ELEIÇÕES MUNICIPAIS

pelo mestrando em História, Jhonatan Souza

No cenário político, o segundo semestre de 2012 tem sido um prato cheio em termos de eleições. A disputa estadunidense, a reeleição de Hugo Chávez na Venezuela e os pleitos municipais no Brasil, tem dominado a imprensa nacional e tido boa inserção na mídia internacional. Por aqui, os especialistas, articulistas políticos e intelectuais têm identificado ao menos dois fenômenos marcantes nessas eleições municipais. O primeiro diz respeito ao impacto da internet e das redes sociais nas campanhas eleitorais, fenômeno que já despontava em 2010, com o Orkut, e ganhou novos ares em 2012 com o Facebook e o Twitter, descentrando parcialmente as coordenações eleitorais, principalmente quanto à produção de materiais de campanha, que agora podem ser confeccionados em qualquer casa ou estabelecimento que disponha de acesso à rede. O segundo fenômeno diz respeito aos impactos da "nova classe média" ou "da classe trabalhadora expandida" no comportamento eleitoral. Em São Paulo, esse impacto foi nomeado de "fenômeno Russomano", entendido como uma ascensão conservadora por pensadores como Vladimir Satafle e André Singer, tendo como plataforma de governo a defesa da expansão do consumo em evidente diálogo com os setores emergentes da cidade. Embora o "fenômeno Russomano" tenha sido, até certo ponto, superestimado em São Paulo, ele encontra ecos em outras cidades como é o caso de Curitiba com Ratinho Júnior. Acrescentaria a esses dois pontos/fenômenos específicos das eleições de 2012 um terceiro, qual seja, o papel que o futebol tem desempenhado nos debates dessas eleições municipais.